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Seis em cada dez alunos não retornaram para as aulas presenciais em São Paulo

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Para especialista, contar com o apoio da tecnologia e incentivar a transformação digital na sala de aula é o caminho para manter o aluno na escola

Passado o período mais grave da pandemia e com o retorno gradual de alunos tem ficado mais evidente que o ensino híbrido é o caminho do futuro para educação. Segundo dados divulgados pela Secretaria Estadual da Educação, seis em cada dez alunos não voltaram para as aulas presenciais em São Paulo. O retorno é um desafio para as redes públicas no Brasil. Isto porque, professores temem a contaminação pela covid-19 e parte dos pais não se sente segura para enviar os filhos à escola neste momento.

A ressalva feita pelo governador do estado ao anunciar o retorno dos estudantes, de que as famílias que não se sentirem seguras poderão manter os alunos em aulas remotas, abre a oportunidade para discutir até que ponto as escolas estão preparadas para um novo modelo imposto pela pandemia, em que atividades presenciais se combinam ao aprendizado no ambiente virtual. 

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Contar com o apoio da tecnologia e incentivar a transformação digital na sala de aula parece ser o caminho natural para as escolas – e a rede pública de alguns municípios está dando exemplos positivos dessa adaptação.

As cidades de Barueri, Itapevi, Indaiatuba, Americana e Araras estão investindo na qualificação de professores e outros profissionais da educação para tirarem o máximo de proveito de ferramentas para aplicá-las a conteúdos pedagógicos. São funcionalidades que exploram as possibilidades do ambiente virtual para aprimorar o conteúdo e a dinâmica de aula, promover maior interação entre professor e aluno, aumentar o engajamento e proporcionar novas possibilidades de aprendizado. 

“O que me chama a atenção neste momento é ver o movimento certeiro da educação pública dessas cidades. Muitas instituições ainda não encontraram uma forma adequada de atender às principais demandas do momento: garantir a aprendizagem utilizando tecnologias e manter os alunos engajados durante esse processo” explica Beni Kuhn, CEO e fundador da Colaborativa, parceira dos projetos nessas cidades e especializada em transformação digital na educação.

Beni Kuhn – CEO da Colaborativa

A empresa atende 400 instituições de ensino, mais de 100 mil professores – dos quais 1.500 certificados – e 1,5 milhão de alunos. “A Colaborativa se especializou no atendimento a essa demanda e, em nossos programas de transformação, buscamos entender as necessidades dos municípios e trazer propostas pedagógicas que façam sentido para a realidade de cada uma delas. Desta forma, mais do que ensinar a utilizar as ferramentas e as metodologias, temos uma preocupação com o lado humano da educação, pensando nas especificidades dos educadores, alunos e famílias”, pontua o CEO da Colaborativa.

Fotos: Divulgação

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