spot_img

Últimas Notícias

Raízen fará o monitoramento via satélite das queimadas em Santa Bárbara d´Oeste

- Advertisement -

A operação começará no próximo dia 10 de agosto, segundo informou a empresa aos vereadores

A Raízen fará o monitoramento via satélite de queimadas em seus canaviais em Santa Bárbara d´Oeste, a partir do dia 10 de agosto. A iniciativa deve agilizar o atendimento de possíveis focos de incêndio além de ajudar a identificar os responsáveis pelo crime.

O anúncio foi feito na última sexta-feira (30), em uma reunião realizada a convite do vereador José Luis Fornasari (PV) com o coordenador administrativo da Raízen, Edenilson Aparecido de Almeida e o supervisor de transporte e apoio, Carlos Alexandre Eustáquio. Ambos ressaltaram que as queimadas recentes registradas em canaviais não são de interesse da empresa e que esse tipo de monitoramento já é realizado em Araraquara.

- Advertisement -

Fornasari comentou que a Raízen está contratando o serviço de monitoramento de toda a área cultivada no município. O vereador acredita que 70% da área cultivada de cana de açúcar em Santa Bárbara seja de responsabilidade da empresa. O satélite vai acusar os focos de incêndio e transmitir os dados ao motorista dos caminhões pipas, que assim poderão chegar mais rápido no local

Os veículos também serão equipados com proteções, para que o motorista chegue mais próximo dos focos de incêndios.  O acionamento da água será feito pelo computador, sem necessidade de operador, explicou Joi.

Os representantes da empresa informaram ainda que ampliaram o monitoramento em áreas críticas, como na proximidade de rodovias, áreas urbanas e ranchos de recreio e que investimentos foram feitos em brigadas e equipamentos a serviço exclusivo dos canaviais barbarenses.

PREJUÍZOS

Os representantes da Raízen destacaram que a empresa deixou de ter receita de R$ 13 milhões no ano passado por perda da palha da cana, atualmente utilizada na fabricação de etanol de segunda geração, produto que já é consumido por motoristas no Brasil e até exportado.

“Ao contrário do que muita gente ainda acredita, não é mais rentável para as empresas colherem cana queimada”, explicou Eustáquio. Segundo o supervisor de transporte e apoio, a colheita é toda informatizada.  Além disso, a empresa pode ser penalizada com possíveis multas aplicadas pela Prefeitura e órgãos ambientais. A queimada ainda é prejudicial ao maquinário, já preparado para o corte da cana crua.

Foto: Fernando Giordano

- Advertisement -

Latest Posts

spot_img

Não Perca

Fique Sempre INFORMADO!

Receba em seu email as últimas notícias de americana e região!

WhatsApp chat