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História do Kennedy, tradicional colégio americanense, será contada em documentário e revista

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Participantes de projeto, amigos e ex-alunos do hoje Heitor Penteado, angariam recursos para colocar ideias em prática

Toda a importância do Colégio Kennedy, em Americana, será contada através de uma revista, documentário e publicações em redes sociais. Essas iniciativas fazem parte do Projeto Soul Kennedy, lançado quarta-feira (26), no anfiteatro do antigo estabelecimento, onde fica atualmente a Escola Estadual Heitor Penteado, no Centro.

Em 1963, o Instituto de Educação Presidente Kennedy era referência educacional em todo o país. Além de ter feito parte da história de Americana, de seus bancos escolares saíram figuras de destaque no cenário político de Americana, como os ex-prefeitos Omar Najar, Erich Hetzl Júnior, Vanderlei Macris, Ralph Biasi e Frederico Pollo Muller.

Era considerada uma escola pública tradicional de qualidade, com destaque para a disciplina e organização. Os alunos tinham aulas de inglês e francês, por exemplo, em uma época em que tais disciplinas não eram comuns.

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Todas essas histórias, capitaneadas pela diretora Aparecida Paioli, serão eternizadas em vídeo, site, redes sociais e em uma edição especial de uma revista. Um coquetel também está sendo estudado e até mesmo uma quermesse, mas tudo dependerá dos avanços da pandemia do novo coronavírus. Para colocar em prática os projetos, os organizadores estão fazendo arrecadação de recursos no [email protected]_kennedy.

A intenção inicial era fazer uma festa do Grêmio 8 de Maio do Kennedy, mas, aí chegou a pandemia, e os planos mudaram, contou o produtor cultural Marcel Oscar Barbosa, 60. Marcel entrou no colégio com dez anos, na antiga 5ª série e cursou o segundo grau na escola. Assim conseguiu ingressar em um colégio técnico em Campinas, que era o must da época.

“O impressionante era a funcionalidade do negócio. Imagina um colégio que recebe 4 mil alunos por ano. Era um ensino mais tradicional, mas baseado na educação. Tínhamos aulas com pessoas inteligentes e críticas que davam possibilidade de pensar”, refletiu Marcel. Em 1979, por exemplo, Marcel, nos seus 19 anos, participou do Festival de Música do colégio, que teve grande repercussão, porque a atração principal foi a cantora Tetê Espindola, que estava no auge da sua fama na época. Essas são apenas algumas memórias desta época.

Em nota, o empresário Orestes Camargo Neves, que estudou no colégio, destacou a importância da iniciativa. “A partir de uma conversa entre amigos e ex-alunos do Kennedy, fomos resgatando memórias desse período tão marcante para todos nós e resolvemos materializar toda essa rica história para que tenhamos para sempre registrado o quão importante foi o Kennedy para Americana”, afirmou Orestes.

Neste momento, o grupo faz a captação dos recursos pela plataforma Catarse para iniciar as gravações das entrevistas, seguindo todos os protocolos de segurança, para posterior lançamento. A intenção, disse Marcel, é fazer o lançamento no Teatro Municipal Lulu Benencase. Os recursos também serão empregados na confecção de camisetas e brindes.

Também fazem parte do projeto Fernando Zavarelli, na produção e organização do site e redes sociais; Carlos Santana, direção do documentário; Wagner Sanches, na coordenação da edição especial da revista e a professora Fanny Olivieri na consultoria geral do projeto.

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