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Mortes por Covid-19 caem 60,6% em julho em relação a junho em Americana

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Em julho, foram registradas 80 mortes pelo novo coronavírus ante 132 óbitos em junho, que foi o pior mês da pandemia em Americana 

As mortes por Covid-19 em Americana caíram 60,6% em julho deste anoem relação a junho, quando a cidade registrou  132 falecimentos, o pior mês da pandemia.

A vacinação teve um impacto positivo na redução do número de internações e mortalidade nos pacientes e, principalmente, nos grupos de riscos, informou a prefeitura. Porém, a população economicamente ativa e sem comorbidades que ainda não tinha sido vacinada ou havia recebido apenas uma dose da vacina, acabou sofrendo com a infecção causada pela nova variante da cepa viral, explicou a prefeitura.

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A médica infectologista Artemis Kilaris afirmou que a queda considerável no número de casos e de pacientes graves e até mesmo de morte é decorrente do ritmo acelerado da vacinação. O total de doses aplicadas em Americana até nesta segunda-feira (2) é de 207.227, das quais 148.498 da primeira dose, 52.677 da segunda e 6.052 de dose única.

Para Artemis, a curva de novos casos e de óbitos deve continuar a desacelerar, à medida que aumenta o número de vacinados com a primeira e segunda dose. Mas fez ressalva da circulação das novas variantes, em especial a Delta. Os  estudos sobre a eficácia das vacinas aplicadas contra estas novas cepas ainda estão em andamento. A recomendação da infectologista é que as pessoas, inclusive os vacinados, mantenham o uso de máscara, álcool em gel 70% e distanciamento. 

OCUPAÇÃO DOS LEITOS

A médica infectologista do Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi, Juliana Ribon, disse que no momento atual houve redução na mortalidade e na taxa de ocupação dos leitos de enfermaria e UTI nas unidades de Covid-19 em todo o país, porém a mortalidade se mantém alta (maior do que 1000 mortes a cada 24h).

No Hospital Municipal, o número de pacientes internados na enfermaria teve uma redução, entretanto, a UTI mantém os 20 leitos intensivos ocupados. “Isso nos chama a atenção para ter cautela em relação a acreditar que tudo já foi resolvido e que poderíamos fazer a redução dos leitos-Covid. Embora alguns indicadores importantes estejam em regressão, ainda é observada uma taxa de transmissão viral muito alta. Eu avalio com certo receio essa melhora e acho que ainda não temos motivos para comemorar, mas sim nos mantermos em alerta”, comentou a médica do HM. 

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