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Prefeitos reivindicam Hospital Metropolitano com 400 leitos

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Investimento seria de R$ 400 milhões para construção e R$ 250 milhões para custeio, para desafogar Hospital de Clínicas da Unicamp

Os prefeitos da Região Metropolitana de Campinas retomaram a discussão da construção de um Hospital Metropolitano, para atender casos de média complexidade, com abertura de mais 400 leitos hospitalares.

A área de 40 mil metros quadrados, ao lado do HC (Hospital de Clínicas) da Unicamp, em Campinas, já está garantida, mas o entrave é o custo: R$ 650 milhões, dos quais R$ 400 milhões em obras e R$ 250 milhões em custeio. A Unicamp entraria com R$ 135 milhões. A maior parte dos recursos seria proveniente do Governo do Estado.

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Segundo o prefeito de Jaguariúna, Gustavo Reis (MDB), este é um projeto para médio/longo prazo. Ele é o presidente do Conselho de Desenvolvimento da RMC, formado pelos prefeitos das 20 cidades.

O diretor-executivo da Unicamp Oswaldo da Rocha Grassiotto explicou na reunião dos prefeitos, no Clube do Bosque, em Americana, que os casos de média complexidade, como cirurgia de hérnia e de estômago, por exemplo, seriam atendidos nesse hospital metropolitano, enquanto os procedimentos mais complexos continuariam sendo executados no HC.

Diretor-executivo da Unicamp Oswaldo da Rocha Grassiotto

Atualmente, a Unicamp conta com 650 leitos hospitalares. Somados aos leitos em Piracicaba e no Hospital Estadual de Sumaré, o número chega a 950. O prefeito de Campinas, Dário Saadi, disse que os dois grandes desafios são o investimento para construção da unidade hospitalar regional e o custeio. “É uma briga de foice”, disse ele.

CROSS

Outra discussão que ganha força no CD da RMC é a montagem de um CROSS (Central de Regulação de Ofertas e Serviços de Saúde) Regional, para agilizar o atendimento de pacientes da região. É que o CROSS é estadual e os pacientes ficam aguardando vagas em leitos hospitalares para serem submetidos a cirurgias em hospitais da região, por exemplo.

O prefeito de Jaguariúna comentou que um paciente diagnosticado com câncer tem que aguardar seis meses para começar o tratamento. “A melhor coisa é descentralizar e fazer o Cross Regional”, disse o prefeito de Americana, Chico Sardelli (PV).

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