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Americana terá Festival Gastronômico para movimentar bares e restaurantes

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O anúncio foi feito pelo secretário Adjunto de Desenvolvimento Econômico, Rafael de Barros

Americana terá um Festival Gastronômico híbrido – presencial nos estabelecimentos comerciais e virtual – para movimentar os setores de bares e restaurantes, um dos mais afetados pela pandemia do novo coronavírus. O festival começou a ser produzido nesta quinta-feira (22), e ainda serão definidos empresas participantes, local e datas. A previsão é que o evento seja realizado em agosto ou setembro, em parceria com a Secretaria de Cultura e Turismo.

A informação é do secretário adjunto de Desenvolvimento Econômico, Rafael de Barros, que utilizou a tribuna da Câmara, na tarde desta quinta-feira (22), para apresentar as propostas para a retomada econômica do município, visando amenizar os efeitos da pandemia do novo coronavírus.

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A intenção, informou Barros, é fazer um festival semelhante ao de Artur Nogueira para ajudar os setores que sofreram restrições impostas pelo Plano São Paulo. “A ideia é lançar logo para ajudar o setor que mais sofreu com as restrições”, disse.

Além disso, a Unidade de Desenvolvimento Econômico prorrogou por mais uma semana o prazo para os empresários responderem um questionário sobre as necessidades dos segmentos econômicos que atuam localmente. Com o resultado, serão definidos os cursos que serão ministrados no Cuca (Centro da Universidade do Conhecimento de Americana). Também serão viabilizados cursos em parceria com o governo do Estado por meio do programa Via Rápida, seja nos modelos online, na carreta móvel ou pelo Cuca.

Barros destacou ainda o intuito de desenvolver projetos, como apresentações culturais, para revitalizar o calçadão no Centro de Americana e a instalação de repartições públicas de serviços essenciais possivelmente no piso superior do Terminal Urbano, para movimentar o comércio na região central.

Na sessão, o secretário adjunto comemorou o resultado do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), que aponta a geração de empregos com carteira assinada. O saldo foi de 3.210 vagas criadas de janeiro a maio deste ano (diferença entre 16.342 contratações e 13.132 desligamentos). Foi o maior saldo positivo de empregos da região. “Acho que isso é sensacional”, avaliou.

No mesmo período do ano passado, a cidade teve saldo negativo de 3 mil empregos. Para Barros os números indicam que a retomada econômica será forte. Ele atribui os indicadores a atuação da unidade, ao Comitê de Retomada Econômica, ao otimismo do empresariado, à aproximação do setor público do privado e a força das empresas do município.

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