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O herói incompreendido

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Em crises e em tempos difíceis é muito comum procurarmos um ou alguns vilões para justificarmos nosso fracasso social e nosso sofrimento econômico.

No momento atual em que vivemos, durante (e tentando sair de) uma pandemia que já dura 2 anos e que traz consigo uma grande crise socioeconômica, essa história não poderia ser diferente.

Em meio à inflação, perda de poder de compra da população, desemprego e com mais pessoas em situação de vulnerabilidade social, vai ganhando corpo um vilão que costumeiramente ao longo da história já foi usado algumas vezes em tal posição: o capitalismo e seus empresários gananciosos e malvadões.

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Ideias de se taxar fortunas para financiar a crise, revoltas contra símbolos capitalistas, contra empresários que supostamente enriquecem às custas de explorarem pessoas e outras notícias neste sentido pipocam a todo momento.

Mas a história já mostrou inúmeras vezes que chamam de vilão aquele que é o grande agente que pode na verdade nos tirar dessa situação difícil: o mercado, composto pelos seus empreendedores de diversos ramos diferentes de atuação.

O capitalismo está, obviamente, longe de ser perfeito. O livre mercado recompensa melhor e favorece os empreendedores mais eficientes e bem sucedidos, e com isso gera-se sim uma certa desigualdade econômica e consequentemente social. Enquanto alguns recebem o suficiente para se alimentar e viver a vida de forma simples, outros vivem vidas de abundância e luxo, no outro extremo da cadeia.

Porém tentativas de se eliminar essa vantagem conseguida através do livre mercado jamais deram certo ao longo da história. Todas as vezes que tentou-se eliminar essa vantagem, principalmente através de intervenção estatal, o resultado foi escassez, aumento da crise econômica, redução da renda do povo, e consequentemente muito mais miséria e fome.

Isso porque é justamente a busca pelo maior lucro possível que faz com que os empreendedores usem toda sua capacidade disponível para buscarem ser mais eficientes, produzirem melhores produtos, em maior quantidade, e pelo menor preço que for possível (para vencerem a concorrência e então venderem mais). E para que isso ocorra, é necessário cada vez mais mão de obra, através de pessoas que trabalhem em seus empreendimentos e seus negócios.

E quanto mais sucesso esse empreendimento alcançar, maior será o número de pessoas que serão demandadas a trabalharem ali, levando dessa forma a uma maior geração de riqueza total, com mais indivíduos recebendo salários e distribuindo renda.

Nenhum outro sistema econômico na história da humanidade tirou tanta gente da miséria e de condições precárias de vida como o capitalismo. Foi a partir da criação do capitalismo (com a revolução industrial) que a nossa expectativa de vida disparou, e o número de miseráveis despencou. Isso porque, independentemente da diferença de salários entre pessoas e cargos distintos, foi devido ao capitalismo que mais e mais seres humanos passaram a ter empregos e, consequentemente, salários para levarem à suas famílias mais condições dignas de vida.

E, neste sistema capitalista, quanto mais sucesso uma empresa tem, mais pessoas receberão salários através dela, ou mais bem remunerados serão seus colaboradores, ou ambas as coisas, mesmo que isso ainda possa produzir uma considerável diferença econômica entre os donos das empresas e as pessoas que lá trabalham. Porque, afinal, o que importa para a humanidade como um todo não é se seu meio de transporte é coletivo e público ou luxuoso e privado, mas, sim, se o número de miseráveis e pessoas em grande vulnerabilidade está cada vez menor e mais raro, com mais pessoas se alimentando e cuidando mais dignamente de suas famílias.

E isso só será possível através de mais e mais empreendedores competentes e eficientes, que em busca de mais lucros e mais prosperidade melhorarão processos e condições de trabalho, gerando mais riqueza e contribuindo assim para a distribuição de renda e consequentemente melhoria da qualidade de vida de toda a sociedade.

Porque num livre mercado de verdade, uma empresa só terá sucesso duradouro se seu gestor for competente e preparado o suficiente para tal, ou estará fadado ao fracasso.

O mercado, então, não é o vilão da crise, mas sim a melhor e mais rápida solução para a mesma.

Em toda a história da humanidade sempre foi assim: para mais qualidade de vida e menos pobreza em um determinado local, basta se levar mais capitalismo e mais mercado até ele. Porque sempre será melhor um povo desigual e desequilibrado na riqueza do que outro igualmente equilibrado na miséria e na fome.

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