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Esculturas infláveis gigantes ganham destaque no lago do Parque Ibirapuera em SP

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Duas serpentes de 24 metros de comprimento que flutuam pela lagoa do Parque fazem parte das obras expostas na trigésima quarta Bienal de São Paulo

Quem quer que passe pelas imediações do Parque Ibirapuera nos próximos dois meses vai acabar se deparando com duas serpentes infláveis gigantes se destacando em relação à paisagem. Trata-se da obra “Entidades”, esculturas gigantes de 24 metros de comprimento criadas pelo artista Jaider Esbell, que fazem parte da 34ª Bienal de Artes de São Paulo ao lado de outras milhares de peças. Representando o ser fantástico Îkîimî, que atravessa vários mundos e que não tem começo e nem fim, a obra de Esbell é o cartão-visita da exposição.

Inicialmente prevista para o ano passado e adiada por causa da pandemia de covid-19, a mostra teve início no sábado (4) e ocorre no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. A entrada é gratuita, mas o visitante precisa apresentar comprovante impresso ou online de que tomou pelo menos uma dose da vacina contra a doença.

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Para esta edição, a curadoria da mostra escolheu o título “Faz escuro mas eu canto, um verso” do poema Madrugada Camponesa, publicado em 1965 pelo poeta amazonense Thiago de Mello. Segundo os curadores, o tema apresenta o campo da arte como resistência, transformação e ruptura frente a urgência dos problemas do mundo atual.

“O breu que nos cerca foi se adensando: dos incêndios na Amazônia que escureceram o dia aos lutos e reclusões gerados pela pandemia, além das crises políticas, sociais, ambientais e econômicas que estavam em curso e ora se aprofundam”, diz o texto assinado pelos cinco curadores: Jacopo Crivelli Visconti, Paulo Miyada, Carla Zaccagnini, Francesco Stocchi, Ruth Estévez.

Mais de mil trabalhos de 91 artistas integram a mostra. Além dos trabalhos expostos no prédio da Bienal, outros serão apresentados em instituições parceiras, havendo também intervenções temporárias fora do pavilhão, no Parque Ibirapuera. “Assim como o que se vê dentro do Pavilhão reverbera exposições que se relacionam com diferentes contextos urbanos, diversas obras da mostra convivem com o cotidiano do parque, ora integrando-se à sua paisagem, ora refletindo o seu papel como espaço icônico e simbólico”, diz o curador adjunto Paulo Miyada.

A Bienal fica aberta até 5 de dezembro. Aos domingos, terças, quartas e sextas-feiras, a visitação é das 10h às 19h; aos sábados e às quintas-feiras, das 10h às 21h. É necessário chegar ao menos meia hora antes do fechamento.

Foto: Bienal de São Paulo

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