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Assassino de jovem barbarense é condenado a 12 anos e oito meses de prisão

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Júri popular se reuniu nesta segunda-feira (8) e condenou o acusado do homicídio

O réu Heverton Ribeiro de Lima foi condenado a 12 anos e oito meses de prisão pelo assassinato do jovem Davi dos Santos Rodrigues,18, em 2012 – portanto há nove anos, durante júri popular, realizado no Fórum de Santa Bárbara d´Oeste, nesta segunda-feira (8). A família da vítima disse, em nota, que a sensação é de alívio.

Segundo a família, o motivo foi fútil. O assassino furtou uma garrafa de uísque de adolescentes que estavam em uma festa. Davi foi morto a facada e um tio dele, E., foi esfaqueado no peito, mas sobreviveu. O júri desqualificou o crime de homicídio qualificado para homicídio simples, daí a pena menor.

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A sentença foi proferida pela juíza Camilla Marcela Ferrari Arcaro. “Posto isso, e considerando o mais que dos autos consta, julgo parcialmente procedente a Ação Penal para o fim de condenar HEVERTON RIBEIRO DE LIMA, como incurso no artigo 121, caput e artigo 121, caput c.c artigo 14, inciso II, na forma do artigo 69, todos do Código Penal, às penas de 12 anos e 08 meses de reclusão, em regime inicial fechado. Expeça-se mandado de prisão”, menciona trecho da decisão.

O crime ocorreu em 2012, em um aniversário de nove anos do afilhado da subinspetora Juliana, da Guarda Municipal, tia da vítima. Jovens presentes discutiram com o condenado, que desferiu a facada em Davi. Os familiares já haviam deixado a festa, quando receberam o telefonema informando sobre o ocorrido e voltaram para apaziguar a confusão. O marido de Juliana também foi esfaqueado ao tentar separar a briga.

“Foram nove anos de angústia e sofrimento aguardando este momento, que a justiça fosse feita. Não que isso nos alegre, mas a sensação de alívio abrandou a dor destes anos. Triste foi saber que o júri não teve a mesma empatia e desqualificou o crime hediondo para crime simples. Como que alguém que tira a vida de outro, por causa de uma garrafa de bebida, comete um crime simples!? A pena teria sido maior. Mas, é a justiça aqui da Terra. Enaltecemos o brilhante trabalho do Ministério Público que atuou com veemência defendendo a vida e a família”, trouxe a nota da família.

A subinspetora Juliana comentou a decisão nas suas redes sociais. “Enfim, a Justiça dos homens foi feita. Ontem, saiu a condenação e a prisão do autor da morte do meu sobrinho Davi. Não ficamos contentes, mas sim aliviados porque não saiu impune após 9 anos de expectativa. O júri decidiu pela culpa do réu. Agora, seguiremos com fé na vida e na crença que um dia o Pai nos reunirá novamente como família. Obrigada pelas mensagens e orações. Demorou, mais esta hora chegou. Um alívio e acalento para nós da família” publicou Juliana.

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