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Pré-candidatos de Americana a deputado comentam atos do 7 de setembro

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Políticos lamentam instabilidade política vivida pelo país atualmente

Depois do discurso do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) realizado na tarde da última terça-feira (07) para apoiadores em Brasília e em São Paulo, pré-candidatos de Americana a deputado se posicionaram a respeito das manifestações do 7 de setembro.

Vanderlei Macris

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Em entrevista ao Jornal Americanense, o deputado federal Vanderlei Macris (PSDB), declarou que, para ele, o Brasil enfrenta grave política de saúde, econômica e social, com inflação galopante, e dificuldade de sobrevivência das famílias e esta deveria ser a grande guerra do presidente da república.

“É preciso ficar claro que apesar dos 100 pedidos de impeachment, o PSDB manteve neutralidade nessa questão até o presente momento, o que mudou completamente diante das graves ameaças à liberdade, à democracia e ao claro crime de responsabilidade. Reitero nossa total defesa e prontidão pela preservação do Estado Democrático de Direito”, afirmou o deputado.

O PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), que até então se mantinha como um partido independente anunciou, após os atos de 07 de setembro, oposição ao governo Bolsonaro e o início da discussão sobre a prática de crimes de responsabilidade pelo presidente.

“É unânime no PSDB um reconhecimento de que há um crime de responsabilidade e que se passou todos os limites constitucionais possíveis dessa relação de convivência. Agora a construção e a complexidade desse processo se dão a partir de uma compreensão política das bancadas na Câmara e no Senado”, afirma Bruno Araújo presidente nacional do partido.

Maria Giovana

Já a possível pré-candidata Maria Giovana, presidente do PDT de Americana, comentou que o partido sempre defenderá o estado democrático de direito e jamais concordará com falas autoritárias. “Sempre nos posicionaremos assim em todas as esferas, sendo elas municipais, estaduais e federais. Sempre defenderemos a democracia”. Apesar disso, ela avalia que ainda não existe clima para um possível impeachment.

A posição do PDT (Partido Democrático Trabalhista) é contrária ao presidente Jair Bolsonaro. Na quarta-feira (08), o presidente nacional do partido, Carlos Lupi, entrou com uma nova notícia-crime no STF (Supremo Tribunal Federal) para investigação de Bolsonaro devido as manifestações realizadas pelo presidente no dia 07 de setembro.

“Ao incitar a desordem nos seus apoiadores, especialmente a instaurar um clima bélico contra o Supremo Tribunal Federal, em tons de ameaça, o Senhor Jair Messias Bolsonaro também incorreu no tipo descrito no art. 286 do Código Penal”, declarou Lupi.

Thiago Martins

O presidente da Câmara de Vereadores Thiago Martins (PV), por sua vez, afirma que essas guerras de poder acabam deixando os interesses da população de lado.

“A política está sem credibilidade por conta dessas guerras de interesses. A pandemia tem dois vírus, o corona e a política. Todo esse cenário político também prejudica nossa região, basta ver, temos apenas um representante no Congresso Nacional. Meu desejo é que as pessoas pensem mais nos eleitores do que no próprio umbigo. Olha a situação que chegamos, deveríamos estar discutindo o final da pandemia não se o presidente fica ou não”, ressaltou o vereador.

O PV (Partido Verde) na esfera nacional também se posiciona contrário ao presidente Jair Bolsonaro. Segundo a assessoria do partido, desde março o PV apresentou um pedido de impeachment contra o presidente. Atualmente, de acordo com a assessoria, o partido busca com outras siglas de centro esquerda e centro direita um candidato em consenso. “Queremos um candidato que consiga juntar as forças democráticas do país para derrubar as forças de extrema direita”, declara a assessoria do PV.

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