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Estado de São Paulo pretende antecipar segunda dose da Pfizer

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Mas, para que o prazo diminua de 90 para 21 dias, governo estadual pede que Ministério da Saúde entregue mais doses

Nesta quarta-feira (18), o Governo de São Paulo anunciou que pretende reduzir o intervalo de aplicação da segunda dose da vacina da Pfizer, assim que receber mais doses do Ministério da Saúde. O objetivo é seguir a bula do imunizante e diminuir o prazo de 90 para 21 dias.

“Vamos seguir a recomendação da redução do intervalo das doses da vacina da Pfizer. Nossos técnicos da Secretaria da Saúde entendem que é possível reduzir o intervalo entre a primeira e a segunda dose, como estabelece o próprio fabricante”, afirmou o governador de São Paulo João Doria.

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João Gabbardo, até então Coordenador Executivo do Centro de Contingência, que agora foi transformado em um Comitê Científico, ressaltou a importância de acelerar a segunda dose das vacinas da Pfizer e da Astrazeneca, principalmente por causa da variante delta.

“A preocupação com a variante Delta tem mostrado que a eficácia das vacinas para impedir a transmissão da doença cai apenas com a primeira dose. Mesmo reduzindo os casos graves, há uma redução nessa proteção. Então, toda a população acima de 18 anos que já recebeu a primeira dose, a gente defende que esse prazo seja reduzido. O obstáculo é que tenhamos as vacinas para antecipar. Precisamos que o Ministério da Saúde faça todos os esforços para enviar mais vacinas da AstraZeneca e Pfizer”, enfatizou Gabbardo.

IMPASSE

O Superior Tribunal Federal decidiu na terça-feira (17) que o Ministério da Saúde restabeleça a distribuição de vacinas da Pfizer para o Estado São Paulo a fim de garantir a segunda dose a todos já parcialmente imunizados.

No dia 3 de agosto, o estado recebeu um lote com 228 mil doses a menos do que São Paulo tem direito. A Secretaria da Saúde já havia enviado um ofício para Brasília solicitando a correção e o secretário Jean Gorinchteyn participou de reuniões com o Ministério da Saúde para tentar resolver o problema por meio de negociação.

Com população aproximada de 46,3 milhões de pessoas segundo estimativa de 2020 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), São Paulo vinha recebendo 22% das vacinas distribuídas pelo Ministério da Saúde pelo PNI (Plano Nacional de Imunizações), quantitativo equivalente à sua população.

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