Homem é preso em Americana após aplicar golpe se passando por funcionário de operadora

A investigação teve início após uma denúncia de que um homem desconhecido compareceu a um estabelecimento comercial na rua Eduardo Medon, no bairro Campo Limpo, alegando ser funcionário da empresa. O suspeito trajava uniforme da operadora e portava formulários já preenchidos, usados ​​como parte do golpe. Ele solicitou a retirada de equipamentos fornecidos pela empresa, alegando que seriam substituídos por outros.

Na última quinta-feira (28), policiais civis da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Americana prenderam um homem de 41 anos, sob acusação de furto mediante fraude. Ele se passou por representante de uma operadora de celular e internet para retirar aparelhos eletrônicos de estabelecimentos comerciais. A ação policial culminou na apreensão de diversos dispositivos, como tablets e notebooks. 

A investigação teve início após uma denúncia de que um homem desconhecido compareceu a um estabelecimento comercial na rua Eduardo Medon, no bairro Campo Limpo, alegando ser funcionário da empresa. O suspeito trajava uniforme da operadora e portava formulários já preenchidos, usados ​​como parte do golpe. Ele solicitou a retirada de equipamentos fornecidos pela empresa, alegando que seriam substituídos por outros. 

Diante das informações, os policiais organizaram uma campanha no local e flagraram o suspeito saindo com um tablet Samsung Galaxy A7 Lite e documentos falsos. O acusado foi abordado e encaminhado à delegacia para esclarecimentos. No entanto, o homem optou por ficar calado. 

Desdobramentos da investigação

Pesquisas nos sistemas policiais identificaram o endereço residencial do suspeito no bairro Jardim Margarida, em São Paulo. Considerando a situação de flagrante e a possibilidade de encontrar outros itens furtados, uma equipe da DIG se deslocou até o imóvel, na Capital. 

Na residência, a esposa do indiciado permitiu a entrada dos agentes. Durante a vistoria, foram encontrados sete blocos de formulários da operadora, quatro notebooks, uma CPU e nove tablets. Os materiais foram reconhecidos como produtos de furtos anteriores.

De acordo com as investigações,o acusado utilizou informações privilegiadas para identificar empresas com contratos ativos com a Vivo. Ele então se apresentou nos locais como funcionário da operadora, solicitando aparelhos eletrônicos sob o pretexto de configuração futura. Representantes da empresa confirmaram que o suspeito não fazia parte da empresa e que o golpe vinha sendo aplicado. 

A esposa do suspeito também foi convidada à delegacia para prestar depoimento. O delegado responsável, Filipe Rodrigues, determinou a prisão do acusado pelo crime de furto mediante fraude. Após ser submetido a exame de corpo de delito, ele foi detido. 

A operação da DIG resultou na recuperação de equipamentos subtraídos e no desmantelamento de um esquema de fraude sofisticado. As investigações seguem para identificar possíveis cúmplices. 

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