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Guarda barbarense precisa de ajuda para voltar a andar

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Desde o começo do ano Almeida, trabalhador há 22 anos da Guarda Civil Municipal, está acamado e à base de remédios para dor

O barbarense Vagner Aparecido de Almeida, trabalhador há 22 anos da Guarda Civil Municipal, foi diagnosticado com desgaste de ossos do quadril e necessita de ajuda para voltar a andar. Ele sofre com a doença há anos e está acamado desde o começo de janeiro à base de remédios fortes para dor, conseguindo sair da cama somente para tomar banho. Almeida precisa urgentemente de uma cirurgia para prótese do quadril e do fêmur para poder tornar a fazer as tarefas do dia a dia. Criada pelos amigos de Almeida, uma vaquinha no valor de R$60 mil, incluindo os gastos com a cirurgia e o pós-cirúrgico, tem o intuito de ajudar. Os interessados em ajudar podem realizar a doação através da chave Pix no número de celular (19) 99267-6780 ou por depósito na conta corrente, agência 6345 e conta 49135-8, instituição Itaú Unibanco S.A.

Desde janeiro Almeida está acamado. No começo do ano, ele passou três dias internado, à base de injeções e remédios para as dores. Em casa há mais de um mês, ele conta que não consegue mais andar. “A perna que consigo por no chão é a direita, mas também dói. Tomo banho com a cadeira de banho”, conta em entrevista ao JA, relatando que só sai da cama para isso, já que está com dor nas costas. O fato de ficar muito tempo em apenas uma posição acabaria atrapalhando os outros membros. Ocasionalmente, ele toma sol na cadeira de rodas aos finais de semana, que é quando a esposa está em casa e consegue ajudar. “Assim é a minha vida. Fico um pouquinho no sol, senão eu vou morrer”, conta.

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Almeida conta que tudo começou há cerca de quatro anos, quando ficou afastado do serviço por sete meses em razão de uma lesão no joelho. Uma vez tratada, ele voltou a trabalhar, mas há três anos a dor retornou. Não conseguindo descobrir o que acontecia pelo SUS, indo e voltando incessantemente do médico nesse tempo e somente tomando remédios para a dor, ele decidiu procurar um ortopedista particular.

“Ele me falou: qual é a sua dor? Do joelho para baixo o do joelho para a cima? Eu respondi: do joelho para cima, perto da coxa, do quadril. O doutor disse que suspeitava que o problema era no quadril. A hora que mostrou o raio X eu vi a lesão: estava sem cartilagem dos dois lados. O lado esquerdo estava pior, o direito com só um pouquinho de cartilagem”, conta Almeida ao JA. “O seu caso é só cirurgia. Não tem jeito mais”, teria dito o médico.

“Eu deixei passar o tempo, comprei vários remédios de cartilagem. Em agosto, setembro, outubro do ano passado começou a doer muito mais. Não dava nem para andar direito”. Almeida passou por outro ortopedista no dia 22 de dezembro do ano passado. Ele estava praticamente sem cartilagem. Foi encaminhado para o SUS, mas a fila para a cirurgia era de 2 a 3 anos. O médico o orientou a tentar acelerar o processo pela justiça, por meio de advogado, mas a demora também era alta: de 9 meses a um ano.

Afastado desde novembro, Almeida passou pela perícia recentemente, no dia 2 de fevereiro, e aguarda o resultado. Agora, espera a chance de uma cirurgia, que deve ser feita em duas etapas: uma perna e depois a outra, devendo esperar de dois a três meses entre elas. “Depende do paciente. Se reage bem é um mês e meio, dois meses. Mas o correto é três meses”, comenta. “Os meus amigos resolveram criar essa campanha porque acharam que ela seria mais rápido do que pelo SUS ou por advogado”.

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