Uma mulher está internada desde dezembro em coma grave após utilizar uma caneta emagrecedora vendida de forma ilegal. Segundo informações médicas, ela apresentou inicialmente fortes dores abdominais, que evoluíram para complicações neurológicas severas.
A principal suspeita é de que a paciente, Kellen Oliveira, tenha desenvolvido uma síndrome rara que compromete a musculatura e afeta movimentos do corpo, a fala e o funcionamento de órgãos vitais. O quadro é considerado grave e segue sob investigação.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alerta que o uso de medicamentos sem prescrição médica e adquiridos fora dos canais autorizados representa sério risco à saúde. O órgão reforça que as chamadas “canetas emagrecedoras” só podem ser utilizadas com acompanhamento médico e quando devidamente registradas.
A agência orienta que consumidores verifiquem sempre a procedência dos medicamentos e denunciem a venda irregular às autoridades sanitárias. O caso segue sendo acompanhado pelas equipes médicas e pelos órgãos de vigilância.






