Ação da DISE apreende pedras de crack, celulares e dinheiro após denúncia indicar uso de imóvel para venda de drogas

A Polícia Civil do Estado de São Paulo, por meio da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes de Americana (DISE), deflagrou na manhã desta quarta-feira (1º) a Operação “Centro Mais Seguro”, que resultou na prisão em flagrante de duas pessoas suspeitas de tráfico de drogas e associação para o tráfico em um apartamento localizado na região central de Americana.
A ação teve início após denúncia formal recebida pelo Disque Denúncia do Governo do Estado, relatando que um imóvel no Edifício Amina Najar estaria sendo utilizado como base para a comercialização de entorpecentes. Durante as investigações preliminares, os agentes constataram que o endereço já havia sido alvo de ocorrência anterior da Polícia Militar no início de março, quando um homem e uma mulher foram presos por tráfico. A mulher, no entanto, foi liberada após audiência de custódia e voltou a ser apontada na nova denúncia.
Com base nas informações levantadas em diligências veladas, que identificaram intensa movimentação de pessoas com perfil típico de usuários de drogas, especialmente crack, a autoridade policial solicitou mandado de busca e apreensão, deferido pela 4ª Vara Regional das Garantias de Piracicaba.
No cumprimento da ordem judicial, os investigadores contaram com apoio da ROMU Canil e de guarda municipal feminina. Com auxílio de cão farejador, foram localizadas 39 pedras de crack escondidas em um porta-garrafas de cerveja. No apartamento também foram apreendidos seis celulares e R$ 95 em dinheiro, distribuídos em cédulas fracionadas.
Diante dos indícios de autoria e materialidade, os suspeitos, identificados pelas iniciais T.R.S., de 28 anos, e H.P.F., de 46 anos, receberam voz de prisão em flagrante. Eles foram conduzidos à sede da DISE, onde a autoridade policial adotou as medidas de polícia judiciária.
Após exame cautelar, os indiciados foram encaminhados às cadeias públicas da região, onde permanecem à disposição da Justiça, aguardando audiência de custódia.






