Comerciantes afirmam que problema persiste há cerca de três meses na Rua João Lino; DAE informa que responsabilidade não é da autarquia e orienta contato com a Comgás

Moradores e comerciantes da região central de Santa Bárbara d’Oeste relatam estar convivendo, há aproximadamente três meses, com um forte odor semelhante ao de gás na Rua João Lino, nas proximidades do cruzamento com a Rua Duque de Caxias. Segundo os relatos encaminhados à redação, o cheiro seria percebido com frequência nas galerias ou na rede de esgoto, gerando preocupação quanto à segurança de quem circula ou trabalha no local.
De acordo com os denunciantes, a situação causa apreensão principalmente pela proximidade de um posto de combustíveis, aumentando o receio de que um eventual vazamento possa representar riscos à população.
Os moradores também informaram que o assunto foi levado ao Poder Legislativo por meio do Requerimento nº 312/2026, de autoria do vereador Paulo Monaro, protocolado no mês de maio. No entanto, segundo eles, o problema ainda não teria sido solucionado.
Diante das reclamações, a reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Santa Bárbara d’Oeste para solicitar esclarecimentos sobre o caso, questionando se o município tinha conhecimento da situação, se foram realizadas vistorias técnicas, se havia risco à população e quais medidas estariam sendo adotadas.
Em resposta, o Departamento de Água e Esgoto (DAE) informou que a responsabilidade pela ocorrência não é da autarquia. Apesar disso, comunicou que irá verificar a situação.
“A responsabilidade, nesse caso, não é do DAE. Mesmo assim, a autarquia vai verificar a situação. Orientamos a entrar em contato com a Comgás”, informou o órgão em nota encaminhada à reportagem.
Até o momento, não há confirmação sobre a origem do odor nem sobre a existência de vazamento de gás no local. A reportagem também buscará posicionamento da Comgás para apurar se a concessionária já foi acionada e quais providências poderão ser adotadas.
Enquanto isso, moradores e comerciantes aguardam uma solução definitiva para o problema, que, segundo eles, continua causando insegurança na região central do município.





