Atualização das investigações esclarece crime ocorrido em junho e aponta atuação de grupo especializado em furtos e roubos durante grandes eventos

A Polícia Civil de São Paulo, por meio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Americana, divulgou nesta quinta-feira (3) uma atualização sobre as investigações do roubo de uma corrente de ouro ocorrido nas imediações do recinto da Festa do Peão de Americana, no dia 14 de junho de 2026. O novo desdobramento do caso resultou na identificação do segundo suspeito envolvido no crime e na decretação da prisão preventiva dos dois investigados.
De acordo com a DIG, as investigações tiveram início logo após o registro da ocorrência e permitiram a identificação do primeiro suspeito, identificado pelas iniciais F.R.N., de 22 anos. Com base nas provas reunidas, a autoridade policial representou pela prisão temporária do investigado e pelo cumprimento de mandado de busca e apreensão em um imóvel localizado na cidade de Campinas.
As medidas cautelares foram cumpridas no último dia 30, quando o suspeito foi localizado e preso. A partir da continuidade das diligências e da análise de novas informações, os policiais conseguiram identificar um segundo envolvido, identificado pelas iniciais M.X.S.R., de 27 anos.
O segundo investigado foi ouvido durante o inquérito policial, formalmente indiciado e apontado como participante direto da ação criminosa. Diante do conjunto de provas obtidas ao longo da investigação, a autoridade policial representou pela conversão da prisão temporária e pela decretação da prisão preventiva dos dois suspeitos.
O pedido recebeu parecer favorável do Ministério Público e foi acolhido pelo Poder Judiciário, que decretou a prisão preventiva da dupla pelos crimes de roubo e associação criminosa.
Segundo a Polícia Civil, as investigações também revelaram que os suspeitos fazem parte de um grupo criminoso especializado em agir durante festas, eventos de grande porte e locais com intensa circulação de pessoas. A quadrilha aproveitaria momentos de distração das vítimas para praticar roubos e subtrair correntes de ouro, joias, semijoias, aparelhos celulares e outros objetos de valor, demonstrando organização e atuação recorrente nesse tipo de crime.
Para a DIG, a prisão preventiva dos investigados é necessária para preservar a ordem pública, evitar a continuidade das práticas criminosas, garantir o andamento das investigações e assegurar a aplicação da lei penal.
A Polícia Civil destaca que o caso está esclarecido em relação ao roubo registrado nas proximidades da Festa do Peão de Americana e informa que as investigações continuam para identificar outros possíveis integrantes da organização criminosa e eventuais vítimas de ações semelhantes praticadas pelo grupo.






