Redação Jornal Americanense

CAISM de Hortolândia oferece atendimento especializado a mulheres com gravidez de risco

CAISM de Hortolândia oferece atendimento especializado a mulheres com gravidez de risco

O nascimento do bebê é um momento de vitória e alegria para as gestantes que tiveram gravidez considerada de risco. Em Hortolândia, mulheres que passaram ou estão nessa situação recebem atenção especializada no CAISM (Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher), órgão da Prefeitura. A unidade realiza atendimento, acompanhamento e tratamento de casos de maior complexidade de pré-natal de risco.

O CAISM, gerenciado pela Secretaria de Saúde, completou 12 anos este mês. O órgão foi inaugurado justamente no Dia da Mulher (08/03), em 2013. É a unidade de referência em saúde da mulher no município.

O órgão é também especializado em patologias do trato genital inferior (PTGI), que são doenças do aparelho genital feminino; patologias mamárias (doenças das mamas); planejamento familiar e infertilidade.

Em razão dessa abrangência, o CAISM tem equipe multidisciplinar, formada por:

– Médicos especializados em ginecologia, obstetrícia, mastologia e psicologia;

– Enfermeiras

– Técnicas de enfermagem

– Assistente social

– Equipe administrativa (coordenador, assistente administrativo, recepcionistas)

– Auxiliar de Serviços Gerais

– Técnica de radiologia

O CAISM oferece os seguintes serviços:

– Consultas médicas e de enfermagem

– Atendimento multiprofissional nas áreas de psicologia, nutrição e serviço social

– Monitoramento fetal

– Colposcopia

– Coleta de colpocitologia oncótica

– Biópsia (colo uterino, vulva e vagina)

– Mamografia

– Grupos de educação em saúde

GRAVIDEZ DE RISCO

Atualmente, o CAISM faz o acompanhamento de 89 gestantes de pré-natal de risco. Outras 11, com casos de maior complexidade, foram encaminhadas para unidades especializadas em outras localidades.

Inicialmente, as gestantes são atendidas nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) do município. As equipes das UBSs avaliam as gestantes e, se seus casos forem considerados gravidez de risco, são encaminhadas para o CAISM.

Uma das gestantes que recebe acompanhamento da unidade é a conferente da área de logística, Rita de Cássia Gonçalves Paixão, de 47 anos. Sua gravidez é considerada de risco por causa da idade e por ser sua primeira gestação. Desde que se casou há quatro anos, Rita conta que tem tentado engravidar, e chegou a passar por três especialistas.

Inicialmente atendida na UBS Campos Verdes, a gestante elogia a excelência profissional da equipe do CAISM. “Todos me atendem de forma excepcional, desde a recepção. Eles trabalham com amor e carinho. O médico que me acompanha tem tirado todas as minhas dúvidas e as do meu marido. Tenho convênio médico particular, e lá não fui atendida com o nível de qualidade e dedicação do CAISM”, enaltece a gestante.

Rita está no sexto mês de gravidez. Por ser sua primeira gestação, ela participou recentemente do programa de visitas ao Hospital e Maternidade Municipal Mario Covas, onde terá seu primeiro bebê, que é uma menina. O programa de visitas é promovido pela Secretaria de Saúde.

“Como sou mãe de primeira viagem, fui conhecer como são as instalações do hospital e da maternidade. Gostei muito da visita, pois ajudou a tirar meus medos. A equipe da maternidade também é muito atenciosa e nos atenderam bem. Foi uma benção ir lá!”, elogia Rita.

ALEGRIA DE SER MÃE

Quem já vivencia a alegria de ser mãe, outra vez, é a professora da rede pública de ensino, Franciele Regina da Conceição, de 38 anos. Ela também é paciente do CAISM. Atualmente, recebe acompanhamento pós-parto pela equipe da unidade.

Seu caso também foi considerado de risco por ter tido diabetes gestacional e problemas na tireóide durante a gravidez. Apesar de um “susto” no período final de gestação, Franciele deu a luz a sua terceira filha, Mirella, em janeiro deste ano. O desfecho foi tranquilo, fato que ela atribui ao bom trabalho realizado pelos profissionais do CAISM.

“A equipe foi extremamente atenciosa. Eles me explicaram tudo certinho cada  coisa. A médica que me atendeu e fez o acompanhamento foi profissional e objetiva. Ela sempre se manteve atenta. Respondia minhas perguntas até pelo WhatsApp. Na minha opinião, o diferencial do CAISM foi o acompanhamento. Ao longo da fase final da gravidez, tive consultas com obstetra uma vez a cada duas semanas e, em seguida, uma vez toda semana”, conta a paciente.

Franciele ainda destaca o trabalho e o atendimento recebido pela equipe da maternidade do Hospital Municipal Mario Covas, onde sua filha nasceu. “Lá, todos também foram muitos atenciosos. A gente se sente abraçada. Tive parto normal e, felizmente não demorou muito. Minha filha não apresentou nenhum problema de glicemia, e hoje ela está bem de saúde”, destaca a mãe.

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